segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Característica do Exame de Urina.



O exame de urina, também conhecido como EAS (elementos anormais do sedimento), ou ainda “urina tipo I”, é bastante simples e não requer nenhum método complicado para coleta. Neste exame, são avaliados diversos fatores, dentre eles, a quantidade deleucócitos e hemácias.

A coleta

Primeiramente, deve-se coletar a urina em um recipiente plástico, que pode ser encontrado na maioria das farmácias, ou disponibilizado pelo laboratório, o popular “fazer xixi no potinho”. Segundo orientações médicas, deve-se desprezar o primeiro jato da urina.Recipiente contendo amostra de urinaMédicos e especialistas recomendam que seja a primeira do dia, se possível, no próprio laboratório, uma vez que após duas horas, o resultado pode ser comprometido, especialmente se não for conservada sob refrigeração.

O exame

Fividido em duas partes, o exame deve ser feito, primeiramente, por reações químicas e depois por observação de gotas pelo microscópio.
Na primeira parte, algumas fitas, as “dipsticks” são mergulhadas na amostra. Cada uma dessas fitas possui diversos quadradinhos com elementos químicos que reagem com a urina. Após um minuto de imersão na amostra, a fita é comparada à uma tabela de referência.Comparando a dipdtick de um exame com as informações da embalagem
A segunda parte verifica por meio da observação, se existem cristais ou outras substâncias na urina.
Leucócito em meio às hemácias

Hemoglobina e leucócitos

Quando há infecção urinária podem aparecer esses dois elementos nos exames. A presença de leucócitos, ou glóbulos brancos (popularmente conhecido como pus) evidencia a infecção propriamente dita, já que essas células são responsáveis pela defesa do organismo.
Já a presença de hemácias, ou glóbulos vermelhos, evidencia que há sangue na urina. Comumente há ausência dessas células na urina, mas caso sejam encontradas, a concentração mais comum é de 3 a 5 hemácias por campo, ou menos que 10.000 células por ml.
Portanto, o exame de urina é simples, mas precisa ser feito de forma cuidadosa para que não haja erros nos resultados.

Protozoário causador da doença de Chagas pode gerar remédio para cardíacos, indica pesquisa

Enzima do Trypanosoma cruzi faz colesterol fixados em artérias se desmanchar
                                       
O mesmo protozoário que causa a doença de Chagas pode ser também um agente decisivo no combate a outras doenças cardíacas. Uma pesquisa do Incor-USP (Instituto do Coração da Universidade de São Paulo) aponta o Trypanosoma cruzi como o gerador natural do que pode vir a ser um novo remédio contra o acúmulo de colesterol em veias e artérias. 


O Trypanosoma cruzi é produtor de uma enzima chamada transialidase. Estudos feitos ao longo de quase dez anos pelo InCor-USP já comprovaram que, em animais, essa enzima faz com que placas de colesterol fixadas nas artérias se desmanchem, reduzindo assim o risco de enfartes.

As pesquisas sobre a enzima são coordenadas pela diretora do Laboratório de Inflamação e Infecção do InCor-USP, Maria de Lourdes Higuchi, que se dedica, desde o início de sua carreira como pesquisadora, a estudar a doença de Chagas.

Ao longo de anos de trabalho, Maria de Lourdes percebeu que os doentes de Chagas tinham uma vantagem em relação a outras pessoas e isso chamou a sua atenção.

– Nenhum doente tinha histórico de aterosclerose [acúmulo de colesterol nas veias]. Resolvemos então começar a estudar os motivos disso.

Nesses estudos, a pesquisadora descobriu que a enzima transialidase, produzida pelo Trypanosoma cruzi, “rouba” das células humanas ácido siálico. Esse ácido ajuda as bactérias a se unir ao colesterol e se prender nas paredes arteriais, formando blocos de gordura. Sem ácido siálico nas células, porém, as placas de gordura se desmancham.

Segundo Maria de Lourdes, a ação da enzima no combate ao acúmulo de colesterol já foi testada e confirmada em coelhos. A pesquisadora, agora, busca recursos para iniciar estudos sobre seus efeitos em pessoas com problemas cardíacos.

– Se tivéssemos uma condição ideal de trabalho e o apoio de uma grande empresa, poderíamos terminar as pesquisas em três ou quatro anos. Estamos atrás do financiamento.

O cardiologista José Antônio Ramires, diretor da Divisão de Cardiologia Clínica do InCor-USP, disse que espera que esse financiamento venha em breve pois o tratamento a partir da transialidase pode ser “uma mudança de paradigma”. “Seria um grande benefício para os pacientes”, disse.

De acordo com Ramires, cerca de um terço das mortes registradas no Brasil é causada por doenças cardíacas. Dessas mortes, metade se deve à aterosclerose.

Estimativas da OMS (Organização Mundial da Saúde) apontam ainda que esses números tendem a aumentar no país. Segundo Ramires, com isso, o Brasil deve ser a nação com maior número de mortes por doenças cardíacas até 2030.



Portal G1.com

Vigilância proíbe remédio que leva nome de Padre Cícero, no CE



Técnicos da vigilância sanitária de Juazeiro do Norte, cidade no Sul do Ceará, fizeram inspeção nesta segunda-feira (24) para apreender remédios caseiros batizados com o nome de Padre Cícero e vendidos no comércio local.
A vigilância recolheu também a chamada "pomada Padre Cícero''. Os fiscais afirmam que a imagem de Padre Cícero é usada para aumentar as vendas do produto, que pode causar efeitos colaterais.
De acordo com o fiscal da vigilância sanitária Carlos Alberto de Azevedo, as substâncias são misturas de ervas embaladas em um frasco com rótulo e vendida como remédio. "A partir do momento em que você põe um rótulo e diz que serve para isso ou para aquilo, tem de haver uma responsabilidade técnica, que vai garantir que aquele produto tem qualidade", explica o fiscal.
Juazeiro do Norte é o maior centro religioso do Ceará e um dos principais do Nordeste. A cada ano milhões de pessoas visitam o município em devoção a Padre Cícero Romão Batista, fundador da cidade e santo popular, mesmo sem ser canonizado pela Igreja Católica. 
De acordo com técnicos, os remédios Padre Cícero têm elementos como o amoníaco, que podem causar efeito colateral. Os comerciantes defendem que os produtos apontados como prejudiciais são usados apenas para conservar o remédio. "Nós usamos arueira, baço, ameixa, todos remédios para cicatriz. Depois é só cozinhar e fica pronto", diz o comerciante José Ramos, que afirma que o produto não causa efeito colateral.
A proibição desagradou os comerciantes. Eles alegam que o remédio é vendido há décadas na região e que a satistação dos romeiros que visitam a cidade é prova da qualidade dos medicinais Padre Cícero. "Sempre que venho a Juazeiro do Norte compro o bálsamo Padre Cícero. Eu uso para passar mais as dores, e para mim serve", diz a romeira Gilerne Fernando, da Paraíba.
"Produto tradicional"
Devido à tradição dos produtos na região, a vigilância sanitária promoveu um encontro dos comerciantes com especialistas no assunto para convencê-los de que uso de remédios caseiros é perigoso. O encontro foi realizado por administradores do comércio da região do Horto e conduzido pelo coordenador do Centro Nordestino de Medicina Popular, Celerino Carrionde, que trabalha com ervas medicinais há 30 anos.
"Não se pode usar esse remédio. Ele é perigoso e pode causar efeitos colaterais. A gente quer produtos que tenham maior eficácia e segurança. Ele pode até ser eficaz, mas não é seguro", diz Carrionde. O especialista em ervas medicinais esclarece que o uso de uma planta medicinal isoladamente é regular, mas a mistura de ervas e venda precisa da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Carrionde sugere aos comerciantes populares do Horto que se reunam em associação para fabricar o remédio com controle de qualidade e autorização da Anvisa.
Do G1 CE, com informações da TV Verdes Mares Cariri

domingo, 23 de outubro de 2011

Abertura da Copa em Itaquera divide moradores do bairro




Daniel Fondelo acompanha as obras do Itaquerão (Foto: Jessica Fiorelli)
Da janela de seu apartamento, o aposentado Daniel Fondelo acompanha passo a passo a construção do estádio da abertura da Copa do Mundo de 2014. O conjunto da Cohab 1, onde ele mora há 30 anos, fica no topo de uma colina vizinha ao terreno onde o “Itaquerão” está em construção.
Mas Fondelo está desapontado porque, quando o barulho das máquinas tiver dado lugar aos gritos dos torcedores, ele não vai conseguir ver mais nada: o teto e as marquises do estádio vão impedir qualquer visão de fora.

"Na primeira maquete que nos mostraram, muitos anos atrás, parecia que ia dar pra ver os jogos de casa", conta. "Pelo projeto de agora, não vai dar pra ver nada. Uma pena: queria poder assistir quando meu Palmeiras jogasse com o Corinthians."
Apesar da decepção, o palmeirense gosta do projeto. "Dá emprego para o pessoal e incentivou outras obras, como o shopping center e a faculdade", diz.

Sem unanimidade

Mas Itaquera está longe da unanimidade em relação ao estádio. Há moradores que temem que o caos se instale no bairro e que os preços de alugueis e serviços disparem.
"Metade está feliz e a outra metade reclamando. Os corintianos reclamam menos, claro", diz o diretor financeiro da Associação de Síndicos (dos prédios) da Cohab, Luiz Germano de Oliveira
"Eu mesmo acho que pode ser bom para o bairro, porque vai atrair novas indústrias e comércios. Mas tem muita gente que acha que há outros problemas mais sérios aqui que tinham que ser resolvidos antes de se trazer o mundo para Itaquera."
O taxista Antônio Souza Santos – que morou a vida inteira no bairro – não concorda com as prioridades escolhidas pelas autoridades.
"Nem sei quantas vezes tive de rodar de um hospital a outro com um passageiro precisando de atendimento. O governo nem consegue dar um atendimento decente à saúde dos brasileiros aqui em Itaquera e quer agora encher esse lugar de estrangeiros", diz.
"Um absurdo gastarem dinheiro público com uma obra como essas."

Dinheiro público

Antônio Gaviolli (Foto: Jessica Fiorelli)
Mas o diretor de contrato da Odebrecht (a empreiteira responsável pelo Itaquerão), Antônio Gaviolli, diz que não há dinheiro público na obra.
"O contrato aqui é de R$ 820 milhões e na modalidade turn key e lump sum (termos que, no jargão do setor, significam que a empreiteira recebe um valor fechado para entregar a obra pronta)", diz.
Mas embora os valores sejam financiados por um fundo criado pela construtora junto com o Corinthians, não deixam de ter origem nos cofres públicos: R$ 400 milhões virão de um empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), enquanto os outros R$ 420 milhões serão pagos com títulos, lastreados em incentivos fiscais da prefeitura de São Paulo.
"Os incentivos fiscais não existem apenas por causa do estádio. A prefeitura oferece esses incentivos para qualquer investimento nesta região, que precisa de apoio para seu desenvolvimento", diz Gaviolli.
O Governo do Estado vai também ter que colocar a mão no bolso – um gasto de até R$ 70 milhões - para adicionar, aos 48 mil assentos fixos do estádio, outros 20 mil lugares em arquibancadas provisórias, para chegar à capacidade para 65 mil torcedores exigida para a abertura da Copa.

Incentivo ao desenvolvimento

Daniel Fondelo (Foto: Jessica Fiorelli)A secretária executiva do Comitê Paulista para a Copa, Raquel Verdenacci, diz que todos os investimentos valem a pena, porque receber a abertura da Copa do Mundo vai movimentar a economia de São Paulo e, sobretudo, incentivar o desenvolvimento da Zona Leste da capital paulista.


"Não é só um estádio. É todo o 'Polo Institucional de Itaquera' que está sendo constituído, com comércio, educação e serviços para a população", diz.
Verdenacci observa que, ao contrário de cidades menores, o município de São Paulo já tem uma infraestrutura que lhe permite absorver o público de um "mega evento".
"A linha de metrô que chega a Itaquera já transporta 1,5 milhão de passageiros por dia, então acomodar mais 65 mil que vão para o estádio é mais uma questão operacional do que de novos investimentos em infraestrutura. São Paulo já está preparada para uma Copa do Mundo", diz.
"O que precisamos fazer na região são apenas readequações viárias para resolver o trânsito no entorno do estádio."
Mas uma coisa em que todos os envolvidos concordam é que o estádio vai ficar pronto a tempo. O diretor de marketing do Corinthians, Luiz Paulo Rosemberg, diz que agora que todas as questões financeiras estão sendo equacionadas, o mais difícil já passou.
"As obras estão em ritmo acelerado e do ponto de vista de engenharia, fazer um estádio de futebol é até mais simples do que fazer um shopping center. O Corinthians e o Brasil vão ter um estádio para se orgulharem."
*Colaborou Jessica Fiorelli, da BBC Brasil em São Paulo


Paulo Cabral
Da BBC News em São Paulo

Microscópio permite ver coração de pulga de água batendo



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Um microscópio que está sendo mostrado em Londres permite observar o coração de uma pulga de água batendo.
O microscópio está exposto em uma feira de inovações da ciência, engenharia e tecnologia da Royal Society.
O equipamento permite examinar espécies em vários níveis de foco. No caso da pulga de água, é possível ver sua crosta, dar um zoom em seu coração e em seu olho, e observar até mesmo células do inseto individualmente.
Os criadores do microscópio acreditam que ele poderá ter várias utilidades, como por exemplo examinar tumores cancerígenos.

Com método inovador, cientistas criam microscópio mais potente do mundo



Foto: Nature Communications
As contas reúnem e refocam as ondas que normalmente se perdem
Cientistas britânicos conseguiram fazer com que um microscópio ótico conseguisse enxergar objetos de cerca de 50 nanômetros (bilionésimos de metro), oferecendo um olhar inédito sobre o mundo "nanoscópico".
A técnica, que alcança a maior resolução de que se tem notícia, poderia ser utilizada para observar vírus, diz a equipe de pesquisadores.
Com a ajuda de minúsculas contas de vidro, o procedimento faz uso das chamadas ondas infinitesimais, emitidas muito próximas de um objeto e que normalmente se perdem.
Os cientistas fazem com que as contas de vidro recuperem esta luz e refaçam o foco, canalizando-a para um microscópio comum.
O método permitiu aos pesquisadores ver com os próprios olhos níveis de detalhes normalmente só identificados por observação indireta, como a microscopia através da força atômica e varreduras com emissão de elétrons.
Os detalhes foram publicados na revista acadêmica Nature Communications.
Descoberta
Utilizar a luz visível – o tipo de luz captada pelo olho humano – para observar objetos dessa escala é, de certa maneira, romper as regras da teoria da luz.
Normalmente, os menores objetos visíveis são definidos por um parâmetro conhecido como limite da difração.
Ondas leves natural e inevitavelmente se dispersam de tal maneira a limitar ao alcance do seu foco, ou o tamanho do objeto que pode ser capturado.
As ondas infinitesimais que são produzidas na superfície dos objetos tendem a se enfraquecer com a distância – mas elas não estão sujeitas ao limite da difração.
Se capturadas, as ondas infinitesimais oferecem uma resolução muito mais alta que a obtida por métodos padrões de captação de imagens, explica o pesquisador do Centro de Pesquisa de Processamento a Laser da Universidade de Manchester, Lin Li.
Observação
Para observar os objetos, a equipe colocou contas de vidro entre dois e nove milionésimos de metro na superfície das amostras.
Técnica permite observar objetos em escala só alcançada por meio indireto
As contas coletam a luz transmitida através das amostras, captando as ondas infinitesimais e focando-as de maneira a serem observadas por um microscópio comum.
A equipe conseguiu observar objetos minúsculos, como marcas em escala nanométrica em discos de Blu-Ray.
Mas o professor Li acredita que a técnica possa ser utilizada em estudos biológicos mais ambiciosos, nos quais ações em nanoescala são difíceis de observar diretamente.
"A área onde acreditamos haver interesse é a observação de células, bactérias e até vírus", afirma Li.
Métodos indiretos de observação conseguiram enxergar objetos a uma resolução de um nanômetro, e até os traços de uma única molécula. Mas nenhum deles é tão simples quanto a observação direta através do microscópio.
"Usar a tecnologia corrente requer muito tempo. Por exemplo, usar microscopia ótica fluorescente requer dois dias para preparar a amostra e a taxa de sucesso dessa preparação é de 10 a 20%", exemplifica o pesquisador.
"Isto ilustra o ganho potencial de introduzir métodos de observação direta."
Jason Palmer
Da BBC News

Cientistas induzem célula a emitir luz laser



Trabalho pode gerar imagens melhores e ajudar em tratamentos
Cientistas americanos induziram uma célula a produzir luz laser, diz um artigo publicado na revista científica Nature Photonics.
A técnica se baseia em uma célula que foi programada geneticamente para produzir uma proteína - encontrada naturalmente em uma espécie de água-viva - capaz de emitir luz.
Quando a célula é iluminada com uma tênue luz azul, passa a emitir luz laser verde direcionada.
O trabalho pode ter aplicações na geração de imagens microscópicas de qualidade superior e também em tratamentos médicos que utilizam luzes.
A luz laser se diferencia da luz normal porque ela tem um espectro mais reduzido de cores, com ondas de luz que oscilam juntas, em sincronia.
As formas mais modernas de laser utilizam materiais sólidos construídos cuidadosamente para produzir lasers usados em diversos aparelhos eletrônicos, entre eles, escaneadores de supermercados, tocadores de DVDs e robôs industriais.
Avanço
O trabalho dos cientistas Malte Gather e Seok Hyun Yun, do Wellman Center for Photomedicine do Massachusetts General Hospital, nos Estados Unidos, estabelece um precedente importante: esta é a primeira vez que um organismo vivo é usado para produzir luz laser.
A dupla usou uma proteína verde fluorescente (Green Fluorescent Protein, ou GFP, na sigla em inglês) como um meio de ganho, para a amplificação da luz.
Objeto de muitos estudos, a molécula GFP - encontrada originariamente em uma espécie de água-viva - revolucionou a biologia ao agir como uma "lanterna" que pode iluminar sistemas vivos.
Gather e Yun programaram células do rim humano para produzir GFP.
Banhadas em Luz
As células foram colocadas, uma de cada vez, entre dois minúsculos espelhos com 20 milionésimos de um metro de comprimento.
Os espelhos funcionaram como uma "cavidade laser" na qual raios de luz foram refletidos múltiplas vezes, banhando a célula.
Quando a célula foi exposta à luz azul, passou a emitir luz verde que, quando direcionada pelos espelhos, gerou o raio laser.
As células continuaram vivas durante e depois do experimento.
Em uma entrevista que acompanha o artigo na Nature Photonics, os cientistas observaram que o sistema vivo é "auto-regenerativor". Ou seja, se as proteínas que emitem luz são destruídas no processo, a célula simplesmente produz mais proteínas.
"Em terapias baseadas em luz, diagnóstico e geração de imagens, as pessoas procuram formas de transportar luz emitida por uma fonte externa de laser para um ponto profundo no interior do tecido."
"Agora, podemos abordar o problema de outra forma: amplificando a luz no (próprio) tecido".

Jason Palmer