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domingo, 6 de novembro de 2011
Ciência X Religião. Quais os Limites???
O que é científico e o que não é científico? Os parâmetros para decidir essa questão não são estabelecidos pelo próprio homem? Quem não quer saber nada de Deus tentará negar Sua existência usando a ciência. Mas é justamente a ciência que chega aos seus limites diante da grandeza de Deus.
“...o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm 1.19-20). |
O homem cria sua própria imagem de Deus por não aceitar o Deus da Bíblia, pois este o acusa de pecado e não minimiza os erros humanos. Em uma edição da Schweizerische Kirchenzeitung (Jornal Eclesiástico Suíço), o teólogo Bernd Ruhe manifesta sua irritação com a certeza de salvação dos crentes e sua “maneira anticientífica de lidar com a Bíblia”. Sua “concepção dualista sobre o homem e o mundo” andaria de mãos dadas com uma “visão de Deus francamente monstruosa e repugnante”: para eles, Deus seria tão grande porque consideram o homem muito pequeno. Assim, Jesus seria o guia em um mundo “perdido”, “escuro” e “confuso”, onde o diabo dita as regras.
É lamentável que afirmações como essas partam de um teólogo, que deveria conduzir as pessoas às verdades da Bíblia ao invés de impedi-las de se aprofundar no que o Senhor ensina. Afinal, o que é científico e o que não é? Será que é científico não crer na segurança da salvação, que a Bíblia ensina tão claramente? Na Primeira Epístola de João lemos: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1 Jo 5.13). Devemos nos relacionar com a Bíblia cientificamente ou através da fé? Até agora a ciência séria sempre teve de dar razão à Bíblia; a verdade bíblica, porém, não cai por terra ou se mantém por causa da aprovação da ciência. Será anticientífico Deus ser tão grande e o homem tão pequeno? Ou a ciência alcança seus limites com tanta freqüência justamente porque Deus e Sua obra são tão grandes?
É anticientífico Jesus ser o Guia para um mundo que vive na escuridão, um mundo perdido e confuso, em que o diabo domina os homens? O pecado no coração humano, sua tendência ao egoísmo e para o mal podem ser explicados cientificamente? E a morte, a ressurreição e a ascenção de Jesus? Elas são científicas, anticientíficas ou simplesmente divinas? O homem busca desculpas pseudocientíficas para esconder-se por trás delas, pois teme a Palavra de Deus. Nesse sentido, nada mudou desde o primeiro casal de seres humanos no Éden. Pois Adão já disse a Deus: “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi” (Gn 3.10).
Louis Pasteur, notável médico e cientista francês, reconheceu justamente através da ciência que a Bíblia tem razão. Ele escreveu: “É em nome da ciência que proclamo a Jesus Cristo como Filho de Deus. Minha concepção de ciência, que valoriza muito a relação entre causa e efeito, simplesmente me obriga a reconhecê-lO. Minha necessidade de adorar encontra em Jesus sua mais plena satisfação” (Nimm dir einen Augenblick Zeit, H. Bruns).
Louis Pasteur: “É em nome da ciência que proclamo a Jesus Cristo como Filho de Deus”. |
A ciência, corretamente aplicada, pode servir a Deus. Mas quando é usada contra Deus ela prejudica os seres humanos. Pois é a Bíblia que produz o verdadeiro conhecimento. Há milênios as profecias bíblicas cumprem-se com exatidão única. Por exemplo, a criação de um novo Estado de Israel foi cumprimento de profecias bíblicas. Hoje podemos ver e acompanhar a realização das profecias de Jesus sobre o restabelecimento do Estado de Israel, sobre Sua volta e os sinais a ela relacionados. Os alegados “erros científicos” da Bíblia acabam sendo revisados constantemente e passam a ser considerados corretos. Muitos foram, na verdade, antecipações de descobertas que o homem só veio a fazer mais tarde. Foi o que aconteceu, por exemplo, com o reconhecimento de que a terra está suspensa no espaço. A respeito, já lemos no livro de Jó: “Ele estende o norte sobre o vazio e faz pairar a terra sobre o nada” (Jó 26.7). Os resultados das pesquisas arqueológicas e históricas também confirmam continuamente as declarações bíblicas.
Por fim, há ainda o misterioso poder que a Bíblia exerce sobre as pessoas. Quem atende ao que as Sagradas Escrituras ensinam é transformado totalmente, sendo renovado de maneira completa. Lemos na Primeira Epístola de Pedro: “Pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas da incorruptível, mediante a Palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pe 1.23). Apenas aqueles que não crêem no que a Bíblia diz em seu texto original, inspirado por Deus, é que lidam de maneira realmente anticientífica com a Palavra do Eterno! (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)
Por que nos museus é proibido fotografar com flash?
Isso quando eles permitem fotografar alguma coisa, não é? O que acontece é que essa luz disparada pelas câmeras é tão intensa que acaba adulterando a própria cor das pinturas. Além de todas as cores perceptíveis pelo olho humano e dos raios infravermelhos, a luz branca dos flashes contém os invisíveis e poderosos raios ultravioleta. Os fótons (partículas de luz) que os compõem carregam uma quantidade de energia muito maior que a dos outros raios - a ponto de reagirem com os elétrons das tintas do quadro. Essa reação romperia algumas das ligações químicas entre as moléculas que formam o pigmento - o que, por sua vez, modificaria de maneira imprevisível as cores da pintura. Qualquer luz branca - como a do Sol ou a das lâmpadas fluorescentes - é capaz disso, só que essa capacidade de interferir na pigmentação aumenta conforme a intensidade da luz.
A dos flashes é tão forte que tem que ser proibida em nome da preservação de patrimônios artísticos valiosíssimos. Sem ela, as fotos que os visitantes levam para casa podem não ficar lá essas coisas, mas os Van Goghs e os Picassos agradecem.
Fonte: Mundo Estranho
"...O guarda que estava...
"...O guarda que estava revistando o alquimista encontrou um pequeno frasco de cristal cheio de líquido, e um ovo de vidro amarelado, pouco maior que o ovo de uma galinha.
" Que são estas coisas? Perguntou o guarda.
" É a Pedra Filosofal e o Elixir da Longa Vida. É a Grande Obra dos alquimistas. Quem tomar este elixir jamais ficará doente, e uma lasca desta pedra transforma qualquer metal em ouro.
"Os guardas riram pra valer, e o Alquimista riu com eles. Tinham achado a resposta muito engrçada, e os deixaram partir sem maiores contratempos, com todos os seus pertences.
" Você está louco? perguntou o rapaz ao alquimista, quando já haviam se distanciado bastante. Para que você fez isto?
" Pra mostrar a você uma simples lei do mundo respondeu o alquimista. Quando temos os grandes tesouros diante de nós, nunca percebemos. E sabe por quê? Porque os homens não acreditam em tesouros."
A Química do Amor
Cupido usando o arco e a flecha impregnados de noradrenalina.
Você já ouviu esta frase: Rolou uma química entre nós! Será que existe mesmo uma explicação científica para o amor?
O sentimento não afeta só o nosso ego de forma figurada, mas está presente de forma mais concreta, produz reações visíveis em nosso corpo inteiro. Se não fosse assim como explicar as mãos suando, coração acelerado, respiração pesada, olhar perdido (tipo "peixe morto"), o ficar rubro quando se está perto do ser amado?
Afinal, o amor tem algo a ver com a Química? Na verdade O AMOR É QUÍMICA! Todos os sintomas relatados acima têm uma explicação científica: são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada. Entre essas substâncias estão: adrenalina, noradrenalina, feniletilamina, dopamina, oxitocina, a serotonina e as endorfinas. Viu como são necessários vários hormônios para sentir aquela sensação maravilhosa quando se está amando?
A dopamina produz a sensação de felicidade, a adrenalina causa a aceleração do coração e a excitação. A noradrenalina é o hormônio responsável pelo desejo sexual entre um casal, nesse estágio é que se diz que existe uma verdadeira química, pois os corpos se misturam como elementos em uma reação química.
Mas acontece que essa sensação pode não durar muito tempo, neste ponto os casais têm a impressão que o amor esfriou. Com o passar do tempo o organismo vai se acostumando e adquirindo resistência, passa a necessitar de doses cada vez maiores de substâncias químicas para provocar as mesmas sensações do início. É aí que entra os hormônios ocitocina e vasopressina, são eles os responsáveis pela atração que evolui para uma relação calma, duradoura e segura, afinal, o amor é eterno!
O sentimento não afeta só o nosso ego de forma figurada, mas está presente de forma mais concreta, produz reações visíveis em nosso corpo inteiro. Se não fosse assim como explicar as mãos suando, coração acelerado, respiração pesada, olhar perdido (tipo "peixe morto"), o ficar rubro quando se está perto do ser amado?
Afinal, o amor tem algo a ver com a Química? Na verdade O AMOR É QUÍMICA! Todos os sintomas relatados acima têm uma explicação científica: são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada. Entre essas substâncias estão: adrenalina, noradrenalina, feniletilamina, dopamina, oxitocina, a serotonina e as endorfinas. Viu como são necessários vários hormônios para sentir aquela sensação maravilhosa quando se está amando?
A dopamina produz a sensação de felicidade, a adrenalina causa a aceleração do coração e a excitação. A noradrenalina é o hormônio responsável pelo desejo sexual entre um casal, nesse estágio é que se diz que existe uma verdadeira química, pois os corpos se misturam como elementos em uma reação química.
Mas acontece que essa sensação pode não durar muito tempo, neste ponto os casais têm a impressão que o amor esfriou. Com o passar do tempo o organismo vai se acostumando e adquirindo resistência, passa a necessitar de doses cada vez maiores de substâncias químicas para provocar as mesmas sensações do início. É aí que entra os hormônios ocitocina e vasopressina, são eles os responsáveis pela atração que evolui para uma relação calma, duradoura e segura, afinal, o amor é eterno!
Por Líria Alves
Graduada em Química
Graduada em Química
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Empregabilidade do profissional formado em Licenciatura Química
| Empregabilidade em Licenciatura Química |
Faltam cada vez mais profissionais nas áreas de ensino das licenciaturas, mais especialmente os de licenciatura em exatas como o de Química. Apesar da carência por professores de 5ª a 8ª série e Ensino Médio, o país sofreu pelo quarto ano consecutivo (até 2011) uma queda no número de universitários formados em cursos voltados a disciplinas específicas do magistério. Essa informação foi divulgada pelo Jornal A Folha de São Paulo, em fevereiro de 2009 e, de lá para cá, a carência aumentou. Segundo o levantamento do jornal, no ano de 2007, 70.507 pessoas formaram–se em licenciatura, 4,5% a menos que em 2006 e 9,3% a menos que em 2005, e de acordo com o Censo do Ensino Superior, pelo Ministério da Educação também em 2007, as maiores quedas na época, entre as disciplinas obrigatórias, ocorreram em letras (–10%), geografia (–9%), química (–7%) e filosofia (–5%). Segundo estimativa da Câmara de Educação Básica, órgão competente do Conselho Nacional de Educação (CNE), atualmente o país precisa de 300 mil profissionais em todo o país, só no ensino profissionalizante, a eles soma–se ainda o déficit de professores da 5ª série do fundamental ao 3º do ensino médio na formação geral. Panorama favorável A tendência é de um panorama mais otimista nos próximos anos. Uma vez que o déficit por profissionais no nível profissionalizante, principalmente, pode prejudicar ampliação do Ensino Médio pelo Ministério da Educação (MEC), que recentemente teve aprovado o projeto de implantação do ensino médio em tempo integral, conforme anunciou o ministro da Educação, Fernando Haddad, em janeiro deste ano. A medida deve custar cerca de R$21 bi em investimento e tem como meta permitir o estudante a fazer o curso regular num turno e, no outro, o profissionalizante. Mantido no cargo, o ministro da Educação quer que a oferta de Ensino Médio em tempo integral, associado ao ensino técnico, seja uma das marcas do governo Dilma Rousseff, essa questão deve trazer mais investimentos no setor. Em fevereiro deste ano, Fernando Haddad anunciou o novo piso salarial dos professores da rede pública do país, que passaram a receber o valor de 1.187,97 reais para docentes de nível médio que cumprem carga horária de 40 horas. Na rede privada de São Paulo os salários de professores da variam mais de 600% por escola, de acordo com um ranking feito pelo Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro–SP) na educação básica e superior privada e divulgado pela Folha de São Paulo no ano de 2007. Salários na rede particular podem chegar a R$ 4.151 em São Paulo Segundo a pesquisa, na educação infantil e de 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental, alguns colégios chegam a pagar R$ 4.151 por turno de 22 a 25 horas semanais. Isso ocorre porque a partir da 5ª série, os salários são calculados por hora–aula. Tanto de 5ª a 8ª quanto no Ensino Médio. Apesar de fixado em R$ 1.187,97, a tendência também é de melhores rendimentos na rede pública. Segundo o Jornal O Estado de São Paulo, em julho de 2011, o governador Geraldo Alckmin enviou à Assembleia Legislativa o projeto de lei complementar da proposta de plano de carreira para o magistério. A proposta, que passa a vigorar a partir do ano que vem, estipula que todos os profissionais que atingirem a nota exigida pela Secretaria Estadual de Educação na prova de mérito serão promovidos. Conforme indica a matéria do jornal, com as mudanças, os professores poderão evoluir em dois eixos, horizontal e vertical, ambos com oito níveis salariais. No vertical, entram a prova e os demais critérios (a serem definidos), que vão conceder acréscimos de 10,5% sobre o salário anterior. No horizontal, em que se leva em conta a progressão acadêmica (como cursos de pós–graduação), os aumentos serão de 5%. A medida tem como meta incentivar o professor a progredir, estudando mais. Além disso, depois de implementada, a proposta permitirá os professores participar da prova de mérito de três em três anos. Antes só era permitido prestar de quatro em quatro anos. Em 24 anos professor de educação básica II pode receber salario de até R$ 6.704,07, ao atingir ápice da carreira Além disso, em maio, Alckmin já havia anunciado o aumento escalonado, em quatro anos, de 42,25% para os docentes. Na prática, em 24 anos, um professor de educação básica II (de 5ª a 8º série), com uma jornada de 40 horas semanais, vai atingir no ápice da carreira na rede um salário máximo de R$ 6.704,07. Segundo o professor Msc. Márcio Rogerio Muller, coordenador do curso de Licenciatura em Química das Faculdades Oswaldo Cruz, o atual cenário é muito promissor para quem quer seguir carreira no magistério, mas para se diferenciar é necessário fazer as escolhas corretas e se especializar cada vez mais. “Todos os nossos alunos saem praticamente empregados da faculdade, muitos avançam em concursos públicos se efetivando como professores dos ensinos Fundamental e Médio. Além disso, muitos alunos seguem os estudos em nível de pós–graduação, mestrado e doutorado e com isso passam a lecionar em instituições de ensino superior”, apontou o professor Muller. Para o coordenador, a Oswaldo Cruz, apresenta diferenciais competitivos para quem quer se dedicar ao setor. “O curso de Química teve uma reformulação na sua matriz curricular neste ano. Os alunos que ingressarem terão um curso muito focado na área de Química, saíram com sólidos conhecimentos atualizados, inclusive trabalhando na área da informática. Com isso, saem preparados tecnicamente, inclusive para trabalhar com capacitação de pessoas dentro de indústrias e laboratórios e escolas técnicas”, descreveu Muller. Ainda segundo ele, alunos formados em instituições de ensino tradicionais encontram mais facilidade em se formar no mercado de trabalho. “A Oswaldo Cruz, ao contrário de muitas escolas que tem fechado os seus cursos, vem recebendo um aumento na procura em função da sua grande tradição na área. Os profissionais formados aqui tem trabalho garantido, porque saem formados por um curso muito forte, com um grande nome no mercado”. Ricardo Mirão |
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